A luz prateada já não esconde
Banhado num sangue que não é meu
Dono de uma alma que não me pertence
Uma sede lasciva agora me domina
O que eu era hoje já morreu
Já não posso ser o principe que sonhavas
Os meus soldados já jaziram em seus postos
Seu ossos me assombram ... sangue derramado de outrora
Cambaleando por essa eternidade torta
O que resta de minh´alma chora .. clama
Já que não posso recompensar aqueles que por mim não mediram esforços
Deixo aqui esta negra rosa para os mortos ...
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Self no Self
Despir-se das vergonhas
Restrições mais que enfadonhas
Rótulos gastos
Conceitos nefastos
Lhe cobram o que fazer
Empurram lhe o que comer
Já sem mais palavras pra dizer
Já sem muito mais o que fazer
(a não ser engolir)
Exigido
Exaurido
Encolhe-se
Adeus realidade
Volta-te pra onde possa escrever
Esquecer
Ser ouvido
Acima de mais nada poder diminuir os conceitos
Valorizar
Restrições mais que enfadonhas
Rótulos gastos
Conceitos nefastos
Lhe cobram o que fazer
Empurram lhe o que comer
Já sem mais palavras pra dizer
Já sem muito mais o que fazer
(a não ser engolir)
Exigido
Exaurido
Encolhe-se
Adeus realidade
Volta-te pra onde possa escrever
Esquecer
Ser ouvido
Acima de mais nada poder diminuir os conceitos
Valorizar
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Glimpsing the unthinkable
Sonhos quase infinitos não posso negar que os tenho
Sonhos de grandeza quase que imortal
Não quero morrer pois me sinto como um Deus!
Em outra parte da minha mente me pergunto quem quer viver pra sempre?
Mas por me sentir quase que infinito entendo que ele seja tão difícil de entender ...
Mas quando a derradeira hora chegar e eu for apenas um escravo da morte
Talvez,só dessa vez, acredite na sorte e me pergunte ...
Quem quer viver pra sempre?
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Song for Anyone
Há muito sem escrever num comentário aleatório num post de uma amiga me veio algumas palavras soltas que me deram vontade de escrever ...
A cada corda solta ou acorde
Cada nota me chama
Quase que me morde
Paixão como antigamente
Como uma companheira que não trai ou mente
Tal qual ópio entorpece a mente
Transforma em plausível esta realidade demente
Amor incondicional que se fez presente pela mais pura sorte
Não sendo vencido nem mesmo pela morte ...
...
segunda-feira, 11 de março de 2013
Kidding
Saudade não meço ou conto
As horas que não passam ou dão desconto
Uma agonia sem fim sem ponto
Doi só de pensar ... (pô saudade dá um desconto)
Assim seria o fim do mundo desde que fosse criada
De um ventre malquisto ou de uma besta alada?
A uma bruxa deves tua vida ou foste amaldiçoada
Dorme hiberna fica longe de mim
Espera teu consorte o tempo mas não me amola
De certo ele te traga algo quando fores embora
Agonia me em ficar mais um minuto assim
Liberta-me dos grilhões dessa agonia sem fim
Areja minha mente que agora tem só um pensamento
Uma pessoa um simples momento
Risca da minha planilha esse sentimento torpe nojento
Assim como limpa das nuvens o céu, uma rajada de vento
As horas que não passam ou dão desconto
Uma agonia sem fim sem ponto
Doi só de pensar ... (pô saudade dá um desconto)
Assim seria o fim do mundo desde que fosse criada
De um ventre malquisto ou de uma besta alada?
A uma bruxa deves tua vida ou foste amaldiçoada
Dorme hiberna fica longe de mim
Espera teu consorte o tempo mas não me amola
De certo ele te traga algo quando fores embora
Agonia me em ficar mais um minuto assim
Liberta-me dos grilhões dessa agonia sem fim
Areja minha mente que agora tem só um pensamento
Uma pessoa um simples momento
Risca da minha planilha esse sentimento torpe nojento
Assim como limpa das nuvens o céu, uma rajada de vento
segunda-feira, 4 de março de 2013
New Old Stuff
Primeira postagem de 2013 Uma leve insônia e umas palavras martelando na cabeça 3,2,1 e Here we go...
Mesmo após muito aberta, a ferida sara...
Após muito rodar a roda para ...
Refletindo-se no espelho o rosto encara...
Após o chato comercial o filme repete
A bela Flor se colhe
O livro remete
O detalhe se nota
A paciência esgota
A fofoca denota
O leitor se irrita
O plagiador imita
Rebobina-se a fita
A criatividade desperta
A paixão flerta
A espera incerta
Passados os serás, escrevo os porquês!
Pois contigo ao meu lado espero a vez de novamente dessa fonte beber
Contigo espero outras oportunidades ter
Dos curiosos e loucos caminhos da inspiração percorrer!
Mesmo após muito aberta, a ferida sara...
Após muito rodar a roda para ...
Refletindo-se no espelho o rosto encara...
Após o chato comercial o filme repete
A bela Flor se colhe
O livro remete
O detalhe se nota
A paciência esgota
A fofoca denota
O leitor se irrita
O plagiador imita
Rebobina-se a fita
A criatividade desperta
A paixão flerta
A espera incerta
Passados os serás, escrevo os porquês!
Pois contigo ao meu lado espero a vez de novamente dessa fonte beber
Contigo espero outras oportunidades ter
Dos curiosos e loucos caminhos da inspiração percorrer!
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