segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A luz prateada já não esconde
Banhado num sangue que não é meu
Dono de uma alma que não me pertence
Uma sede lasciva agora me domina
O que eu era hoje já morreu
Já não posso ser o principe que sonhavas
Os meus soldados já jaziram em seus postos
Seu ossos me assombram ... sangue derramado de outrora
Cambaleando por essa eternidade torta
O que resta de minh´alma chora .. clama
Já que não posso recompensar aqueles que por mim não mediram esforços
Deixo aqui esta negra rosa para os mortos ...

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